Dança de roda, todo mundo sabe, é aquela brincadeira de criança ou manifestação folclórica presente em qualquer canto do planeta.
Só que a ciranda já botou seu pezinho no mundo dos modernos do século 21. Em algumas baladas, gente de 20 a 30 anos está dando as mãos para dançar em rodas ou espirais com a base coreográfica e musical de danças circulares tradicionais.
A tradição, nesse caso, é a dos países balcânicos (no Leste Europeu). A balada é a festa Go East, criada no Rio de Janeiro, onde acontece todo mês, e replicada em São Paulo, onde ocorre com menos regularidade, mas com a mesma animação.
Ao som de ritmos típicos de povos eslavos e ciganos, mixados com música eletrônica como drum"n'bass e dub ou até mesmo rock, o povo da noite também resolveu cair na dança circular.
Um dos benefícios mais citados da dança circular é o aspecto inclusivo e coletivo, capaz de criar vínculos e relações de solidariedade entre os praticantes.
Não é pouco, em uma época em que a competitividade (e o estresse que ela gera) tomou conta até das atividades voltadas ao bem-estar.
IARA BIDERMAN
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
26 de mai. de 2010
Danças circulares rompem circuito alternativo e viram moda até na noite
Dança de roda, todo mundo sabe, é aquela brincadeira de criança ou manifestação folclórica presente em qualquer canto do planeta.
Só que a ciranda já botou seu pezinho no mundo dos modernos do século 21. Em algumas baladas, gente de 20 a 30 anos está dando as mãos para dançar em rodas ou espirais com a base coreográfica e musical de danças circulares tradicionais.
A tradição, nesse caso, é a dos países balcânicos (no Leste Europeu). A balada é a festa Go East, criada no Rio de Janeiro, onde acontece todo mês, e replicada em São Paulo, onde ocorre com menos regularidade, mas com a mesma animação.
Ao som de ritmos típicos de povos eslavos e ciganos, mixados com música eletrônica como drum"n'bass e dub ou até mesmo rock, o povo da noite também resolveu cair na dança circular.
Um dos benefícios mais citados da dança circular é o aspecto inclusivo e coletivo, capaz de criar vínculos e relações de solidariedade entre os praticantes.
Não é pouco, em uma época em que a competitividade (e o estresse que ela gera) tomou conta até das atividades voltadas ao bem-estar.
IARA BIDERMAN
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
23 de mai. de 2010
8 de mai. de 2010
Feliz dia das Mães!!!!!!!!!!!!!
Cinco coreografias indianas e Ballet de Niterói são atrações do sábado
7 de mai. de 2010
1 de mai. de 2010
Ballet Stagium dança história do Brasil até domingo
O espetáculo do Ballet Stagium "Coisas do Brasil" foi apresentado pela primeira vez em 1979. Junto a "Choros", ele volta a ser interpretado neste final de semana.
Para a diretora Márika Gidali, cada vez que a coreografia de Décio Otero, que conta a história do país e suas contradições desde a chegada dos portugueses, é executada --o que já aconteceu cerca de 400 vezes, pelo menos--, mais atual ela parece ser.
A trilha ganha foco na segunda coreografia, "Choros". Nela, bailarinos mostram possíveis maneiras de dançar o primeiro gênero instrumental tipicamente brasileiro.
LAILA ABOU MAHMOUD
Assinar:
Comentários (Atom)











